Motiva responde a moradores sobre pedágio em Santo Antônio do Amparo
Após protesto, Motiva apresenta versão sobre isenção de pedágio e reivindicações de moradores. Entenda a situação e as respostas da empresa.
Recentemente, a praça de pedágio de Santo Antônio do Amparo foi palco de um protesto realizado por moradores da região, que expressaram suas insatisfações quanto à taxa cobrada pela Motiva. Os manifestantes levantaram questões importantes que afetam diretamente o cotidiano dos trabalhadores e residentes locais, como a falta de isenção ou flexibilização da tarifa. Segundo eles, a nova política de cobrança tem causado dificuldades, uma vez que muitos são obrigados a pagar o pedágio diversas vezes durante o dia para realizar atividades cotidianas.
Além da cobrança excessiva, os manifestantes criticaram não apenas o valor das tarifas, mas também o estado precário da infraestrutura, que inclui vias marginais consideradas abandonadas e uma notória falta de segurança e manutenção. Diante dessas acusações, a Motiva Minas_SP, responsável pela administração da praça de pedágio, se manifestou oficialmente, apresentando uma explicação sobre as reivindicações dos moradores.
Reunião com os moradores
Em sua nota, a Motiva informou que havia realizado uma reunião com os moradores no dia 16 de junho para discutir as questões levantadas. De acordo com a empresa, o tema central dessa conversa foi a solicitação para a reabertura de um vão no canteiro central localizado no km 658+400 da Rodovia Fernão Dias. A concessionária esclareceu que o referido vão, utilizado de forma irregular, foi fechado em 2021 pela gestão anterior, em razão de preocupações com a segurança viária.
Sobre a isenção tarifária
A empresa contestou as alegações sobre isenção tarifária, afirmando que na reunião não houve discussão sobre o tema, pois não existia, segundo a Motiva, qualquer benefício de isenção que tivesse sido revogado pela nova administração. A empresa reforçou que passou a administrar a concessão em abril de 2026 sem aplicar qualquer aumento nas tarifas.
Tarifas vigentes e contrato de concessão
Conforme a nota oficial, o valor cobrado atualmente é estritamente o que foi acordado no novo contrato de concessão, que já previa essas taxas. A Motiva enfatizou que qualquer ajuste ou alteração nas tarifas demandaria um projeto técnico que deveria ser validado pela agência reguladora competente. Dessa forma, a empresa afirma que está operando dentro dos parâmetros legais estabelecidos.
Percepções dos moradores
A reação dos moradores ao comunicado da Motiva ainda é de descontentamento, dado que muitos sentem que suas demandas não foram devidamente atendidas. A pressão sobre a empresa segue alta, visto que a questão do pedágio não se resume apenas a taxas, mas envolve a qualidade de vida e a segurança dos cidadãos que dependem daquela via para suas atividades diárias. A falta de um acesso facilitado e a cobrança de pedágio têm sido vistos como obstáculos que podem afetar a economia local e a mobilidade dos moradores.
Possíveis soluções
Para que um diálogo produtivo ocorra entre a Motiva e os moradores, uma proposta de reavaliação das tarifas, juntamente com a melhoria da infraestrutura, seria uma medida bem recebida. Os cidadãos esperam que a concessionária possa analisar as reivindicações de forma mais compreensiva, buscando a reabertura do vão de acesso e uma revisão das tarifas que considera justas e adequadas ao contexto local, levando em conta a condição de vida da população ao redor.
Resumo
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- Fato: Protesto de moradores contra tarifas do pedágio.
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- Onde: Santo Antônio do Amparo – MG.
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- Impacto: Dificuldades econômicas e reivindicações por melhorias na infraestrutura.
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