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CAMPO BELO - MG

Operação da PCMG fecha cerco contra assassinos de militar

PCMG conclui inquérito sobre morte do sargento Rodrigo Silva Pereira em Campo Belo, com prisões e um foragido. Confira os detalhes!

Por Redação NCB Publicado 23/09/2026 às 12h42 Compartilhar:

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu recentemente o inquérito que investigava a morte do sargento Rodrigo Silva Pereira, de 40 anos, do 8º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Lavras. O sargento foi assassinado em uma emboscada em Campo Belo no dia 4 de março deste ano, enquanto retornava para casa de carro, acompanhado de seu filho. O caso, que ganhou grande notoriedade no Sul de Minas, foi apresentado em coletiva de imprensa pelo delegado responsável pela investigação, Matheus Nascimento e Silva.

A motivação do crime está diretamente ligada à atuação do sargento no setor de inteligência da PM, onde monitorava e apreendia materiais relacionados a uma organização criminosa atuante na área do “Morro do Pedrão”. Segundo a Polícia Civil, o assassinato foi encomendado por membros dessa organização, que buscaram se vingar da ação do militar na repressão de atividades ilícitas.

Detalhes das Investigações

O inquérito revelou que o executor dos disparos que alvejaram o sargento foi morto em confronto com a Polícia Militar no mesmo dia do crime. Além dele, outro homem foi identificado como o piloto da motocicleta utilizada na emboscada, Samon Alves, que atualmente se encontra foragido. A Polícia Civil planeja divulgar sua foto para ajudar nas buscas.

Prisões e Desdobramentos

Desde o assassinato do sargento, a Polícia Civil realizou diversas operações que culminaram na prisão de duas pessoas relacionadas ao crime. Kenneth Lohan Silva Carvalho, conhecido como “Ceará”, foi preso por monitorar a rotina da vítima e repassar informações ao grupo executor. Outro preso foi Rodrigo Antônio de Oliveira, que forneceu a motocicleta e as vestimentas utilizadas na emboscada, além de ser investigado por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado à organização criminosa.

O desfecho das operações policiais resultou, além das prisões, em um total de dez suspeitos mortos em confrontos com a Polícia Militar. Esses confrontos incluíram não apenas o executor que participou do crime, mas também dois líderes da organização criminosa, abatidos no último domingo.

Consequências da Emboscada

A morte do sargento Rodrigo Silva Pereira gerou ampla mobilização tanto da Polícia Militar quanto da população local, que se manifestou em apoio ao trabalho das forças de segurança na busca por justiça e segurança. O crime, que chocou a comunidade, fez com que as autoridades intensificassem as operações contra organizações criminosas na região, a fim de evitar novas tragédias e garantir a segurança da população.

Ações da Polícia Civil

As investigações da Polícia Civil têm se concentrado no fortalecimento das operações em áreas com maior atividade criminosa. A intenção é neutralizar as ameaças representadas por grupos que atuam na criminalidade organizada, especialmente aqueles envolvidos em assassinatos programados como o que vitimou o sargento. O delegado Matheus Nascimento e Silva enfatizou a importância da colaboração da população no repasse de informações que possam levar à captura de foragidos.

Próximos Passos

Com a conclusão do inquérito e as prisões realizadas, a Polícia Civil de Minas Gerais segue monitorando a situação. Novas operações podem ser realizadas na busca da captura de samon Alves e no combate a outros membros da organização criminosa. Há um empenho constante em desmantelar as estruturas que promovem a violência e colocam em risco a vida de cidadãos e agentes de segurança.

Resumo

    • Fato: Conclusão do inquérito sobre a morte do sargento Rodrigo Silva Pereira.
    • Onde: Campo Belo – MG.
    • Impacto: Duas prisões e um foragido, além de dez mortes de suspeitos em confrontos.

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