AGORA
segunda-feira, 7 de setembro de 2026 📍 carregando…
CIDADES
SEGURANÇA PÚBLICA
EDITORIAIS
NCB
Início › Notícias › Brasil
BRASIL

Diretora é investigada por castigar aluno com urina

Diretora de escola em Caxambu é investigada por forçar aluno a beber urina. Veja como a situação se desenrolou e os desdobramentos do caso.

Por Redação NCB Publicado 23/08/2026 às 16h34 Compartilhar:

A cidade de Caxambu, localizada no sul de Minas Gerais, enfrenta um grave caso de violência contra uma criança. Uma diretora da Escola Municipal Padre Correia de Almeida é investigada após ser acusada de obrigar um aluno de apenas 10 anos a beber a própria urina como forma de castigo. O episódio, que gerou grande repercussão, teria acontecido no dia 13 de agosto e foi registrado por meio de um relatório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

O incidente começou quando o menino urinou em uma garrafa dentro da escola e ofereceu a urina a uma colega. A situação chamou a atenção de uma professora, que interveio, impedindo que a outra criança consumisse a urina e levou o garoto até a direção para que o comportamento fosse relatado e as devidas providências tomadas.

Acusações e Reações

O relatório do CREAS revela que, durante a conversa na direção da escola, a diretora teria se exaltado, proferido xingamentos contra o aluno e batido na mesa. Em seguida, ela teria forçado a criança a ingerir a própria urina, repetindo a ação por duas vezes. O caso foi presenciado por outras duas servidoras da escola, que assistiram à cena chocante.

Acionamento do Conselho Tutelar

Após o ocorrido, a diretora fez contato com o Conselho Tutelar, mas, conforme consta no relatório do CREAS, ao relatar o caso, focou exclusivamente no comportamento do aluno, sem mencionar o castigo cruel imposto a ele. Somente após uma denúncia anônima, a situação ganhou notoriedade e chegou ao conhecimento da Secretaria Municipal de Educação.

Inquérito e Afastamento dos Envolvidos

Em resposta à denúncia, a Secretaria Municipal de Educação acionou os órgãos responsáveis pela proteção da criança e iniciou um acompanhamento do caso. A investigação foi repassada à Polícia Civil, que irá apurar as circunstâncias que cercam o episódio, ouvir testemunhas e determinar possíveis responsabilidades. A prefeitura de Caxambu, responsável pela escola, comunicou que, assim que tomou ciência do fato, adotou as medidas necessárias para proteger todos os envolvidos.

Além disso, segundo a Prefeitura, os envolvidos foram imediatamente afastados de suas funções enquanto um processo administrativo é instaurado para analisar e investigar os acontecimentos. A municipalidade enfatizou a importância da ampla defesa e do sigilo que envolve o caso para preservar a identidade da criança.

Compromisso com a Proteção da Criança

A Prefeitura de Caxambu reafirmou o compromisso em assegurar a proteção da criança e a manutenção da intimidade da vítima, conforme estabelecido pela legislação. Autoridades da cidade ressaltaram que continuarão a colaborar com os órgãos de investigação e que não divulgarão informações que possam comprometer os andamentos das apurações.

Enquanto isso, a EPTV, afiliada à TV Globo, tenta establecer contato com a defesa da diretora afastada, buscando entender sua versão sobre os fatos. O desenrolar dessa situação se torna um alerta sobre a importância da proteção infantil nas escolas e a responsabilidade dos educadores em garantir um ambiente seguro e acolhedor.

Resumo

    • Fato: Diretora da Escola Municipal Padre Correia de Almeida é acusada de obrigar aluno a beber urina.
    • Onde: Caxambu – MG.
    • Impacto: Caso gerou investigação da Polícia Civil e afastamento de servidores.

Acompanhe no Instagram @noticiascampobelo e no grupo do WhatsApp.

LEIA TAMBÉM