Romeu Zema reafirma pré-candidatura e critica aliança com partidos
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta segunda-feira (16) durante visita à sede da EPTV Sul de Minas, em Varginha (MG), que pretende manter sua pré-candidatura à Presidência da República até o fim da campanha e negou articulações para uma possível aliança com o senador Flávio Bolsonaro (PL) ou com partidos da direita tradicional.
Segundo ele, não houve convite ou tratativa formal. “Houve veiculação desse ponto na mídia, mas nunca houve e provavelmente não haverá nenhum convite formal a mim ou ao Partido Novo, porque o meu posicionamento é que eu levarei a minha pré-campanha e campanha até o final. Eu sou um pré-candidato diferente dos demais, eu não tenho carreira política e o Brasil precisa ter sua política oxigenada”, disse o governador.
Necessidade de renovação na política
O chefe do Executivo estadual afirmou que o cenário político nacional demonstra a necessidade de renovação. Para ele, quem já pertence ao meio político “tem dificuldade” de enfrentar práticas consolidadas em Brasília. “Temos um sistema político que precisa vir alguém de fora para dar uma chacoalhada. Quem pertence à política muitas vezes está acostumado a ver essas coisas e acha comum colocar pano quente numa situação dessas, o que eu não concordo”, afirmou.
Causar constrangimentos na campanha
Durante a visita, Romeu Zema disse que tem a intenção de “causar constrangimentos” ao longo da campanha. O governador afirmou que planeja defender propostas que, segundo ele, não contam com o apoio da maior parte da classe política. “Quero mostrar que sou um candidato que não tem o rabo preso. Eu acho um absurdo o Brasil gastar 6, 7 bilhões por ano com o Fundo Partidário e o Fundo Eleitoral. Esses fundos perpetuam candidatos já eleitos”, declarou.
Ele também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), classificando o atual cenário como “pouca vergonha” e afirmando que irá defender propostas mais próximas da população.
Alinhamento com a direita
Embora descarte uma união com outros partidos, o governador afirmou ter maior proximidade com bandeiras defendidas pela direita. “Qualquer candidato da direita que for para o segundo turno, caso não seja eu, terá meu apoio contra o PT”, afirmou. O governador também descartou ter qualquer nome definido para compor a chapa, ressaltando que “não temos nada definido ainda”.
Pesquisas eleitorais e comparação com 2018
Perguntado sobre a última pesquisa que o coloca com cerca de 3% das intenções de voto, o governador afirmou que manterá sua candidatura independentemente dos números atuais. Ele relembrou sua campanha ao governo de Minas em 2018 como exemplo de virada, afirmando que “eleição é imprevisível. Continuarei candidato até o final”.
Viagens pelo país a partir de março
Zema disse que, a partir de 23 de março, iniciará viagens pelo país para apresentar suas propostas nacionalmente. “O Brasil está sendo danificado por este governo do Lula PT”, concluiu.
Perguntas Frequentes
1. Qual é o principal objetivo de Romeu Zema com sua pré-candidatura?
O objetivo de Romeu Zema é trazer uma nova perspectiva à política brasileira, defendendo propostas que promovam renovação e criticando a atual estrutura.
2. Quais bandeiras Zema pretende defender durante a campanha?
Ele pretende defender bandeiras relacionadas à segurança pública, investimentos federais, e a crítica ao uso do Fundo Partidário.
3. Como Zema se vê em relação a outros candidatos?
Zema se considera um candidato único, sem laços com a política tradicional, e planeja desafiar os padrões existentes durante sua campanha.
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